20 anos de Hora do Planeta
A Hora do Planeta nasceu em 2007, em Sidney, como um gesto simbólico que uniu pessoas, empresas e cidades na defesa do planeta, tornando‑se desde então num dos maiores movimentos ambientais do mundo, com mais de 190 países e territórios a participar anualmente.
Em 2026, assinalamos 20 anos deste movimento global, uma década dupla de mobilização que transformou um simples apagar de luzes num poderoso símbolo de união e esperança. Este é um momento que convida não apenas a recordar a história da iniciativa, mas também a celebrar tudo o que ela inspirou ao longo do tempo: comunidades mais envolvidas, políticas mais ambiciosas e um reconhecimento crescente de que proteger a natureza é proteger o nosso futuro comum.
Num mundo onde enfrentamos cada vez mais fenómenos meteorológicos extremos, que a ciência identifica como parte de um novo normal climático, este momento de união global lembra‑nos que a natureza continua a ser a nossa maior aliada e que restaurá‑la, protegê‑la e valorizá‑la é mais urgente do que nunca.

Celebrar 20 anos da Hora do Planeta é celebrar um movimento que continua a crescer e a inspirar
Este ano, para assinalar os 20 anos da iniciativa a nível internacional, a WWF Portugal apresenta uma programação especial que revisita a evolução deste movimento e reafirma o seu apelo à ação coletiva, com a exposição “Lights Off, Nature On”, uma mostra composta por grandes painéis e cubos fotográficos que percorrem a história da Hora do Planeta: desde os primeiros monumentos icónicos às escuras até aos momentos de mobilização cidadã que marcaram gerações. A exposição celebra também aquilo que está no centro deste gesto: oceanos, florestas, espécies e paisagens que garantem o equilíbrio da vida no planeta.
Para além da programação nacional, a WWF Portugal lança ainda um convite especial aos municípios: para além de aderirem ao tradicional “apagão” às 20h30 de 28 de março, são desafiados a dinamizar exposições fotográficas sobre natureza e biodiversidade locais, envolvendo as comunidades na valorização do seu património natural. Uma oportunidade para reforçar o carácter participativo e descentralizado da Hora do Planeta, aproximando o movimento das pessoas e das paisagens que procuram proteger.
